Tudo um dia se vai. Até mesmo um passarinho numa gaiola ou um dia ele foge ou um dia ele morre.

25 de agosto de 2011

Ultimo suspiro

E quando nosso ultimo suspiro padecer? Não sei muito bem, se haverá ultimo, ou se sequer houve primeiro. Houve lagrimas, houve tristeza, disso eu sei. Sexto sentido, costumamos não acreditar nele, mas se eu tivesse acreditado, talvez nada seria assim, talvez eu não seria o que sou hoje. Não sei se fria, se irritada, se megera ou calculista, sei que sou alguém insuportável. Que não suporta mais tantas lagrimas que caem sobre o rosto nas noites frias, que tenta passar por cima das mentiras por um grande amor, que tenta persistir, para que continue, para que não acabe o sonho, não aquele de conto de fadas, aquele da vida real, que mesmo insistindo persiste em começar a desabar a frente dos olhos, desta nem velha, nem nova, nem inexperiente moça.
Eu sinto frio, sinto desproteção, sinto a perda de um bem, tal perda acaba com todas as chances de sorrisos sinceros, acaba com qualquer esperança. Pra que esperança, se não há mais amor? Pra que persistência se não há mais por quem persistir? Complicado, mesmo eu nunca imaginando que seria fácil.

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