Tudo um dia se vai. Até mesmo um passarinho numa gaiola ou um dia ele foge ou um dia ele morre.
29 de julho de 2011
“Seria só mais um simples dia de chuva, um triste dia de chuva se ele não tivesse no meio da manhã parado e se tornado um encabulado sol, singelo que apareceu para nos trazer lembranças de dias mais calorosos, que nos faziam sentir mais livres, lógico tanto pelas roupas, quanto pelo modo de agir, mas pode vir chuva-sol-frio-calor, que eu sinto sua falta, não adianta, é algo sem remédio, sem tempo, sem controle. É algo que me consome, me tira de mim. Eu saberia me controlar se eu estivesse pelo menos dez horas do meu dia ao seu lado, poderiam ser, e seria até melhor, que fossem as horas que eu estivesse na minha cama, confortavelmente arrumada, esperando algo acontecer, esperando você aparecer, seria melhor, eu seria mais feliz assim, afinal, seu cheiro, dormir com ele seria maravilhoso, sentir você fazendo carinho em mim, me observando dormir, cantando ao pé do meu ouvido, claro, algumas nostalgias no meio de tantas palavras, mas tudo verdade, tudo sentimentos não-concretos, esperando a liberdade, para se tornarem realidade."
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