Tudo um dia se vai. Até mesmo um passarinho numa gaiola ou um dia ele foge ou um dia ele morre.

8 de julho de 2011

Frio, frio e mente aberta

Sol, frio, vento, exagerada quantidade de roupa, é assim, é sim inverno. É a vontade do café forte, do cigarro, de soltar os cabelos. É aquela maravilhosa sensação de estar em outro lugar, de querer sentar em qualquer lugar, assim, isolado, uma praça distante, quando o sol brilha lá em cima. Vontade de descascar a não tão cheirosa bergamota, de olhar pro nada, e se preocupar com as leituras encantadoras e penetrantes. É a vontade de dormir, descansar, a vontade de se entocar em algum lugar pelo mundo. Eu quero assim, viver o inverno, viver cada gota de neve derretida caida sobre as manhãs frias. Viver cada tremor. De querer por cada vez mais casacos e notar que nunca esta suficiente, melhor continuar a viver, a vida anda assim, fria, mas nem tanto quanto o inverno do Sul. Está bom, viver assim, meio no limite do corpo, da mente, esta bom assim, beber desordenadamente e intensamente goles e goles de leite com café, de fumar e fumar, de ler e reler aquele bom livro. Os dias andam assim tão bons pra viver inteligentemente.

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